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O amor verdadeiro liberta o próximo - 20/04/2013 - Edu Medeiros - Um Amigo do Bem



Será que é possível mensurar a intensidade e o tipo de amor que sentimos em relação ao próximo?

Esta pergunta torna-se difícil responder por que de certo modo o ser humano ainda está apegado à condição de posse, pois filosoficamente falando quando se “perde” alguém o que incomoda a grande maioria das pessoas é a própria sensação de perda e não necessariamente o que no íntimo aquela pessoa que não está mais no convívio representa.

Citando, por exemplo, há grande comoção quando alguém desencarna, principalmente se a pessoa for jovem ou pior ainda: um filho.

Claro que uma perda como o desencarne será uma grande dor, mas o Criador permitiu, pois a “partida” estava programada pela Providência Divina.

O curioso é que não se perde alguém somente com a morte física, chamada pelo Espiritismo como desencarne.

As perdas podem ocorrer em diversas situações: um casamento que se desfaz; uma amizade antiga que já não é do mesmo jeito; um filho que vai morar longe, seja por causa do trabalho, dos estudos ou por precisar de “novos ares”; uma família inteira que não consegue se entender, conversar abertamente ou se respeitar.

Enfim, a possibilidade de perder está em nossas vidas, porém para tudo tem um jeito, pois os relacionamentos podem ser reatados, como também as circunstâncias que provocaram os afastamentos serem alteradas para um nível de aceitação ou tolerância.

Até mesmo para a morte física existe uma explicação palpável e que consola: a reencarnação que é um dos pilares do Espiritismo, desde o seu surgimento em 18 de abril de 1857 com o lançamento do Livro dos Espíritos de autoria de Allan Kardec, o Codificador do Espiritismo.

Já deu para perceber que há solução para tudo nessa vida, onde o sensato é aplicar a resignação ao aceitar os Mecanismos Divinos, pois assim é possível amar mais e melhor o próximo.

Amar significa libertar, diferentemente do tal “gostar”, pois o "gostar" leva a pessoa a se apegar a outra e desse modo passar a cobiçá-la.

Esse sentimento equivocado vai crescendo e isso acaba causando mágoa, principalmente se essa pessoa não sentir que está sendo correspondida.

O bom senso diz que quem sente amor verdadeiro não se apega à pessoa amada; mas, sim, liberta-a. Afinal de contas ao amar verdadeiramente costuma-se desejar pela felicidade do outro, em qualquer situação.

O povo costuma dizer que amor só de mãe, fazendo assim uma alusão do amor que é “esperado” de uma mãe em relação ao seu filho, ressaltando que isso é apenas uma simbologia, pois há pais, tios, avós ou simplesmente amigos que são verdadeiras mães.

Um bom exemplo para se entender um amor que liberta basta citar a passagem bíblica em que duas mulheres e um recém-nascido foram levados à presença do Rei Salomão, onde as duas diziam ser a mãe da criança. Como não se chegava a um consenso sobre quem era a mãe verdadeira, então o sábio monarca sugeriu que a criança fosse partida ao meio, onde cada uma das mulheres ficaria com uma parte, condição essa que foi prontamente aceita por uma delas (a falsa) que na verdade havia sufocado o próprio filho durante a noite, enquanto que a outra (a verdadeira) negou que o filho fosse dela e, portanto, que não havia necessidade de sacrificar a criança, fato que foi suficiente para que o monarca chegasse à conclusão sobre qual seria a mãe verdadeira, pois uma mãe com certeza iria preferir libertar seu filho e vê-lo nos braços de outra a vê-lo morto.

Edu Medeiros - Um Amigo do Bem, 20/04/2013.



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